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Projeto Bruno Vieira Futuro Jornalista

  • Foto do escritor: O PAPO
    O PAPO
  • 28 de jun. de 2022
  • 2 min de leitura

Preços dos combustíveis no Brasil: por que subiram e o que pode ser feito; veja perguntas e respostas.

Disparada dos combustíveis no país gerou insatisfação política, trocas no comando da Petrobras e questionamentos sobre a política de preços da empresa. Caio Paes de Andrade, que trabalhou com Paulo Guedes, foi eleito por conselho para presidir a estatal.

Por g1

O Conselho de Administração da Petrobras elegeu nesta segunda-feira (27) Caio Paes de Andrade para a presidência da estatal, após diversas trocas de cadeira em meio à disparada dos combustíveis no país.

O preços têm saltado há meses e levaram a um embate político sobre a gestão de preços praticada pela empresa. O último reajuste foi feito no último dia 18, quando a gasolina aumentou 5,18% e o diesel, 14,26%.

Mas, afinal, como são definidos os preços dos combustíveis no Brasil e que poder o governo federal pode exercer, de fato, sobre os valores do diesel e da gasolina praticados pela Petrobras?

Veja, abaixo, perguntas e respostas:


  • Por que os preços dos combustíveis subiram tanto?

  • Como são formados os preços da gasolina e do diesel?

  • O que é a Paridade de Preço Internacional?

  • Por que a Petrobras precisa repassar as variações do preço do petróleo e do câmbio?

  • O governo tem participação nas decisões da Petrobras sobre reajustes?

  • O governo tem poder para mudar a política de preços da Petrobras?

  • Como fica política de preços com a nova troca de comando na Petrobras?

  • O que diz a lei de estatais?

  • O que aconteceu quando houve intervenção do governo na política de preços no passado?

  • O que tem sido feito para segurar a alta dos combustíveis?

  • É possível fazer mais para segurar os preços?

  • O que dizem os pré-candidatos?

  • Há risco de desabastecimento no Brasil?


Por que os preços dos combustíveis subiram tanto?


Os preços dos combustíveis vêm sendo pressionados por uma série de fatores. O primeiro é a retomada do crescimento econômico global em 2021, após um 2020 de contração devido à pandemia da Covid-19.

Essa retomada faz aumentar a demanda pela commodity – e consequentemente joga os preços internacionais para cima. Na outra ponta, o cartel dos grandes produtores de petróleo (a Opep) ainda não retomou os níveis de produção de antes da pandemia, fazendo com que a oferta não cresça no mesmo ritmo.

Em 2022, a guerra na Ucrânia e as sanções ao petróleo da Rússia reforçaram ainda mais a pressão de inflação sobre os combustíveis, já que reduziram a oferta e prejudicaram as cadeias de distribuição.

No Brasil, os combustíveis sofrem ainda com o aumento do dólar. Como o barril é cotado lá fora na moeda norte-americana, ele fica mais caro conforme o real fica mais fraco.

Embora sejam apontados como culpados pela alta, os impostos e tributos não sofreram majoração. Mas, como eles são cobrados como um percentual do preço dos combustíveis, o consumidor também acaba pagando mais em impostos quando o preço sobe.


 
 
 

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